Face of God

Ask me Archive

my-rock-n-roll-train:

Aviso: Contém relações sexuais homossexuais, entre dois homens. Se você não gosta, não meta sua fuça aqui. Obrigada.
Ship: LxNear. Se você não gosta desse casal, vai se foder e não leia.
 (…) “Ele gemeu baixinho ao toque do maior.
 Finalmente estava tendo o que queria; demorou muito até que o britânico sentado ali, naquele sofá, entregue ao silêncio do lugar, reagisse aos efeitos das reboladas provocativas que o albino dava no colo do rapaz. Quando este cedeu, não aguentou o impulso de puxar com força os cabelos do homem com aparência de criança e de certa forma, corpo e mente também.
 L desceu os lábios até o pescoço de Near, onde havia uma lasca do pirulito que o menor estava chupando um tempo atrás, que havia se partido com a força duma mordida, e mordiscou a pele juntamente com o pedaço de doce. Era frágil e quente; e assim que L chupou com força e soltou a pele já avermelhada, houve um estralo quando aconteceu o “atrito”.
 -Near, melhor pararmos por aqui. -Lawliet disse, calmamente, já sentindo seu membro ser sufocado e apertado dentro da cueca. -Já brincamos e…
 -NÃO! -O pequeno grunhiu, agarrando-se ao pescoço do outro. -M-Mello não brincava assim comigo…
 -O que ele fez não era brincadeira, Nate. -L suspirou. -Ele te machucou. E isso não é legal.
 -M-mas e-eu gostei! -O albino gemeu, passando a língua pelo lóbulo da orelha do moreno. -Ele ficou d-entro de mim… E sei que L-sama é maior que Mello-chan. -Era verdade que o guri se sentia cansado de reprimir seus desejos, todavia, estava completamente envergonhado com as palavras que acabara de proferir. -E eu… Acho que gosto de dor. -Rebolou um pouco mais, agora descendo uma das mãos.
 Engoliu em seco e, trêmulo, com a destra na borda da calça do outro, pediu, corando a pele delicada das bochechas:
 -Posso r-elar?
 Lawliet suspirou, assentindo. O toque do garoto o endureceu ainda mais; e detestava ter de admitir, mas Near tinha mãos ágeis. A língua do pequeno apossou-se do pescoço do moreno e sugou-lhe a pele, deixando um vergão vermelhíssimo ali.
 O detetive mais experiente gemeu. Estava “no ponto” e não aguentaria por muito mais tempo. Estremeceu ao sentir o contato dos dedos quentes do albino em sua glande, logo que este adentrou suas calças sem nem mesmo perceber.
 Near o massageou e em poucos segundos, já estava ajoelhado no meio das pernas do maior, passando a língua pelos lábios, admirado com o esplendor do membro em suas pequenas mãos.
 -L-sama é grande. -Sorriu, aumentando o ritmo do vai-e-vem, imaginando que o queria logo dentro de si.
 Não aguentando mais o lado “racional”, Near curvou-se mais um pouco e abocanhou até a metade do membro alheio. Passou a língua em volta da cabeça, sugou, chupou com força… Tudo isso sem deixar de masturbar o outro.
 Lawliet gemeu baixinho, agarrando com força as madeixas claras. Near que cada vez mais fazia um bom trabalho, ora ou outra deixava um fio de saliva o ligando ao pênis do rapaz ali, em sua frente, que deleitava-se de prazer.
 -Near…
 -Eu quero L-sama dentro de mim. -O menor parou, o olhando com as órbitas imersas em desejo. Ele continuava masturbando o membro de L, enquanto o observava, sentindo  o órgão sobre sua mão, começar a pulsar.
 L trincou os dentes e puxou a cabeça de Nate para cima, o empurrando para o lado, ficando por cima dele. Levou dois dedos á boca do pequeno que os sugou e logo os sentiu em sua entrada apertada.
 Near gemeu, se contorcendo. Procurou os lábios de L, mas este os negou. Estocou com mais força os dedos até ouvir um grito com seu nome:
 -L-SAMA!!
 O outro detetive retirou os dedos, esticou o braço e, na estante ao lado do sofá, depois de vasculhar um pouco, pegou um vidrinho que continha um tipo de líquido, que Nate teve certeza ser um lubrificante. O mesmo bateu a mão no recipiente, o jogando para longe.
 -Na brincadeira não tinha disso. -Disse, num tom que repentinamente se tornou sério.
 L respirou fundo e o virou de costas, barriga para baixo. Afastou suas nádegas e estocou tudo de uma vez, apesar da dificuldade para penetrá-lo no início. Sabia que o guri ali queria e se deliciava com a dor.
 Near mordeu a almofada abaixo de si e fechou os olhos com força. A sensação era de estar sendo rasgado, invadido. L era satisfatório assim como o menor esperava; só não sabia que lhe causaria tanta dor…
 Lawliet se ajeitou sobre as costas do pequeno e, beijando sua nunca, murmurou:
 -Vou esperar você se acostumar.
 Alguns segundos depois, não querendo fazer o outro esperar demais, ergueu os quadris e finalmente ficou de quatro, se apoiando nos braços, empinando a parte que estava sendo preenchida por L. A penetração se tornou ainda mais profunda.
 O moreno começou a se movimentar, estimulado pelos gemidos do rapaz abaixo de si, assim como o aperto do frágil corpo que, basicamente, lhe esmagava o membro.
 As estocadas ficaram cada vez mais intensas, consequentemente arrancando mais gemidos de Nate; este por sua vez, tinha em seu rosto algumas lágrimas, que escorriam pela dor que ainda sentia.
 L finalmente se deu ao “luxo” de gemer também, com uma respiração desregulada, assim como os movimentos do ser abaixo de si.
 Lawliet levou uma das mãos até o membro, duro como pedra, do albino, que mordiscou o lábio com tanta força que arrancou sangue de si mesmo.
 Antes que pudesse abrir a boca para anunciar a chegada de seu orgasmo, Near gozou na mão do mais velho. Apenas o toque dele naquela região, o causava tal sensação dominadora. Todavia, Lawliet havia tocado em seu ponto “vital”, bem no fundo de si, há um bom tempo, o fazendo delirar também.
 Ao sentir os fluídos do pequeno em sua mão, L sentiu suas pernas tremularem e atingir seu próprio ápice, deslizando a língua pelas costas do outro, logo em seguida relaxando o corpo.
 Demorou alguns instantes, até que murmurou, ainda dentro do pequeno:
 -É legal brincar com você.
 Near, ainda que se recompondo do que acabara, de acontecer, afrouxou a mão de uma almofada próxima e sorriu de canto, se empinando ainda mais:
 -Eu quero jogar agora”.